Quem dentre vós pode tornar límpidas as águas lamacentas?
Deixai-as quietas e elas por si só se tornarão transparentes.
A água é o mais nobre dos elementos e meus desejos é que
No poço sagrado da vida jamais lhes falte.
Os amo, como amo a água.
Aos meus colegas de prosa e companheiros da vida
Um beijo natalino cheio de fé no futuro.
Amor...Manoel.
Friday, December 23, 2011
Wednesday, August 17, 2011
A COISA
A palavra "coisa " é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades.
É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos
faltam palavras para exprimir uma idéia. Coisas do português.
A natureza das coisas: gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo,
adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma
"coisificar". E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu coisinha, você já
coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?".
Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já
as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o
Aurélio. "E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas,
os seios" (Riacho Doce, José Lins do Rego).
Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha.
Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como
símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: "Segura a coisa com
muito cuidado / Que eu chego já." E, como em Olinda sempre há bloco
mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha.
Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista:
Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943. A Coisa é título
de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das
Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas.
Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem,
que lá é chamado de "a coisa". A mãe está com a filha na estação, o
trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a
coisa! ".
Devido lugar: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...) ".
A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro. "Mas se ela
voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca." Coisas de
Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.
Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta
"Alguma coisa acontece no meu coração", de Caetano Veloso, ou quando
vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa).
Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o
capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim!
Coisa de cinema! A Coisa virou nome de filme de Hollywood, que tinha o
seu Coisa no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos, na
TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70. E no
programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira faz o
personagem "Coisinha de Jesus".
Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma"
vira "coisíssima". Mas a "coisa" tem história na MPB. No II Festival
da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas
vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré ("Prepare seu coração / Pras
coisas que eu vou contar"), e A Banda, de Chico Buarque ("Pra ver a
banda passar / Cantando coisas de amor"), que acabou de ser relançada
num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou.
Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor,
verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava
nem aí com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro".
Cheio das coisas. As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração,
Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a
gente não tira do coração. Todas essas coisas são títulos de canções
interpretadas por Roberto Carlos, o "rei" das coisas. Como ele, uma
geração da MPB era preocupada com as coisas.
Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade
(afinal, "são tantas coisinhas miúdas"). Já para Beth Carvalho, é de
carinho e intensidade ("ô coisinha tão bonitinha do pai"). Todas as
Coisas e Eu é título de CD de Gal. "Esse papo já tá qualquer
coisa...Já qualquer coisa doida dentro mexe." Essa coisa doida é uma
citação da música Qualquer Coisa, de Caetano, que canta também:
"Alguma coisa está fora da ordem."
Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar.
Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra
coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal. O cheio de coisas é o
indivíduo chato, pleno de não-me-toques. O cheio das coisas, por sua
vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a
coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.
A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral.
Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o
poder, a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa:
"Agora a coisa vai ". Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa
é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas
coisas!
Coisa à toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa
qualquer, um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado de coisas,
no poema Eu, Etiqueta, Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu
sou a coisa, coisamente." E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa".
Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser
usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as
pessoas? Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são
coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e
outras cositas más.
Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou
coisa parecida", cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema
Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda. Por isso, faça a coisa
certa e não esqueça o grande mandamento: "amarás a Deus sobre todas as
coisas".
ENTENDEU O ESPÍRITO DA COISA?
É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos
faltam palavras para exprimir uma idéia. Coisas do português.
A natureza das coisas: gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo,
adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma
"coisificar". E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu coisinha, você já
coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?".
Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já
as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o
Aurélio. "E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas,
os seios" (Riacho Doce, José Lins do Rego).
Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha.
Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como
símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: "Segura a coisa com
muito cuidado / Que eu chego já." E, como em Olinda sempre há bloco
mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha.
Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista:
Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943. A Coisa é título
de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das
Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas.
Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem,
que lá é chamado de "a coisa". A mãe está com a filha na estação, o
trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a
coisa! ".
Devido lugar: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...) ".
A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro. "Mas se ela
voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca." Coisas de
Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.
Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta
"Alguma coisa acontece no meu coração", de Caetano Veloso, ou quando
vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa).
Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o
capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim!
Coisa de cinema! A Coisa virou nome de filme de Hollywood, que tinha o
seu Coisa no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos, na
TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70. E no
programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira faz o
personagem "Coisinha de Jesus".
Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma"
vira "coisíssima". Mas a "coisa" tem história na MPB. No II Festival
da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas
vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré ("Prepare seu coração / Pras
coisas que eu vou contar"), e A Banda, de Chico Buarque ("Pra ver a
banda passar / Cantando coisas de amor"), que acabou de ser relançada
num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou.
Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor,
verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava
nem aí com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro".
Cheio das coisas. As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração,
Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a
gente não tira do coração. Todas essas coisas são títulos de canções
interpretadas por Roberto Carlos, o "rei" das coisas. Como ele, uma
geração da MPB era preocupada com as coisas.
Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade
(afinal, "são tantas coisinhas miúdas"). Já para Beth Carvalho, é de
carinho e intensidade ("ô coisinha tão bonitinha do pai"). Todas as
Coisas e Eu é título de CD de Gal. "Esse papo já tá qualquer
coisa...Já qualquer coisa doida dentro mexe." Essa coisa doida é uma
citação da música Qualquer Coisa, de Caetano, que canta também:
"Alguma coisa está fora da ordem."
Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar.
Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra
coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal. O cheio de coisas é o
indivíduo chato, pleno de não-me-toques. O cheio das coisas, por sua
vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a
coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.
A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral.
Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o
poder, a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa:
"Agora a coisa vai ". Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa
é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas
coisas!
Coisa à toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa
qualquer, um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado de coisas,
no poema Eu, Etiqueta, Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu
sou a coisa, coisamente." E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa".
Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser
usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as
pessoas? Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são
coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e
outras cositas más.
Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou
coisa parecida", cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema
Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda. Por isso, faça a coisa
certa e não esqueça o grande mandamento: "amarás a Deus sobre todas as
coisas".
ENTENDEU O ESPÍRITO DA COISA?
Sunday, May 22, 2011
Saturday, April 23, 2011
O Livro do Amor: volume I
Um banquete de idéias agradáveis, fácil e alegre para os PAPAIS brincarem com seu FILHO.
Um terno complemento para as MAMÃES somarem ao fascinante ato de educar bem e carinhosamente. Há na coleção uma delicada dose de encantos para a escada da vida, do primeiro sorriso ao topo das decisões, sem sufocar a ternura.
As agradáveis emoções acompanharão o seu crescimento e estarão presentes para fortalecer seus ideais, amadurecer seu caráter, discernir suas escolhas e equilibrar emoções rumo ao futuro na fascinante arte de viver e crescer direcionadas ao rumo certo. Tendo como eixo de decisões “o bom e o belo”, brincadeiras se confundirão com atitudes no célebre ato de amar.
A COLEÇÃO LIVRO DO AMOR é para vida inteira; de BEBÊ a HOMEM. Depois, quem sabe, os filhos dos filhos tomarão conta e, outra geração, colecionará mais AMOR, do nascer ao saber viver feliz. Afinal, o amor não tem fim...
São LIVROS DIVERTIDOS para O PRÍNCIPE DA CASA e um diploma que os REIS (PAPAI E MAMÃE), merecem receber por gerarem, com amor, a flor da postergação.
QUE DEUS ABENÇOE SUA SAGRADA FAMÍLIA COM MAIS AMOR...
O Livro do Amor: volume II
Um banquete de idéias agradáveis, fácil e alegre para os PAPAIS brincarem com seu FILHO.
Um terno complemento para as MAMÃES somarem ao fascinante ato de educar bem e carinhosamente. Há na coleção uma delicada dose de encantos para a escada da vida, do primeiro sorriso ao topo das decisões, sem sufocar a ternura.
As agradáveis emoções acompanharão o seu crescimento e estarão presentes para fortalecer seus ideais, amadurecer seu caráter, discernir suas escolhas e equilibrar emoções rumo ao futuro na fascinante arte de viver e crescer direcionadas ao rumo certo. Tendo como eixo de decisões “o bom e o belo”, brincadeiras se confundirão com atitudes no célebre ato de amar.
A COLEÇÃO LIVRO DO AMOR é para vida inteira; de BEBÊ a HOMEM. Depois, quem sabe, os filhos dos filhos tomarão conta e, outra geração, colecionará mais AMOR, do nascer ao saber viver feliz. Afinal, o amor não tem fim...
São LIVROS DIVERTIDOS para O PRÍNCIPE DA CASA e um diploma que os REIS [PAPAI E MAMÃE], merecem receber por gerarem, com amor, a flor da postergação.
QUE DEUS ABENÇOE SUA SAGRADA FAMÍLIA COM MAIS AMOR...
O Livro do Amor: volume III
Um banquete de idéias agradáveis, fácil e alegre para os PAPAIS brincarem com seu FILHO.
Um terno complemento para as MAMÃES somarem ao fascinante ato de educar bem e carinhosamente. Há na coleção uma delicada dose de encantos para a escada da vida, do primeiro sorriso ao topo das decisões, sem sufocar a ternura.
As agradáveis emoções acompanharão o seu crescimento e estarão presentes para fortalecer seus ideais, amadurecer seu caráter, discernir suas escolhas e equilibrar emoções rumo ao futuro na fascinante arte de viver e crescer direcionadas ao rumo certo. Tendo como eixo de decisões “o bom e o belo”, brincadeiras se confundirão com atitudes no célebre ato de amar.
A COLEÇÃO LIVRO DO AMOR é para vida inteira; de BEBÊ a HOMEM. Depois, quem sabe, os filhos dos filhos tomarão conta e, outra geração, colecionará mais AMOR, do nascer ao saber viver feliz. Afinal, o amor não tem fim...
São LIVROS DIVERTIDOS para O PRÍNCIPE DA CASA e um diploma que os REIS [PAPAI E MAMÃE], merecem receber por gerarem, com amor, a flor da postergação.
QUE DEUS ABENÇÕE SUA SAGRADA FAMÍLIA COM MAIS AMOR...
Marketing de Ida e de Volta
Este é um livro de Criatividade Aplicada ao Marketing. Com a experiência que tive em Criatividade aplicada, em várias áreas, principalmente ao Marketing, me permiti escrevê-lo. A partir do vivido. Coisas que, ao enfrentá-las, disse para mim mesmo; não vou conseguir. E com esse temor aprendi a buscar n INSPIRAÇÃO, idéias valiosas. Passei a valorizar a TRANSPIRAÇÃO, que é o desenvolvimento das idéias. Analisava o produto, buscava conhecer seus pontos fortes e fracos, a que cheirava, que sabor tinha, os seus sons, imaginava que aquilo era uma pessoa e, assim sendo, analisava suas atitudes, os benefício emocionais que oferecia, em que era diferente da CONCORRÊNCIA, quais eram seus atrativos para o
CONSUMIDOR, e uma importante PERDURABILIDADE que o tornasse reconhecido através do tempo. É incrível como a dedicação profunda aplicada ao trabalho de busca encontra respostas. Pois bem, está tudo aqui, nesse pequeno compêndio. Você DE IDA, encontrará ajuda no PESCADOR DE IDÉIAS que é curioso, no FABRICANTE DE SONHOS que é generoso, no Juiz BARTOLOMEU BALANÇA que é justo e em LAMPIÃO LAMPARINA que é como o carcará, pega, mata e come!
DE VOLTA, você percorrerá todo o caminho que levam à solução. Encontrá-los é como achar um gato negro em um quarto escuro. Só que no quarto escuro não tem gato.
E o pior é que de repente alguém grita... Peguei!
DE VOLTA, você percorrerá todo o caminho que levam à solução. Encontrá-los é como achar um gato negro em um quarto escuro. Só que no quarto escuro não tem gato.
E o pior é que de repente alguém grita... Peguei!
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